Ao olharmos para o cenário da inovação e dos negócios disruptivos, poucas expressões provocam tanto interesse quanto startups com avaliação de mercado bilionária. Esse fenômeno, que parece conquistar a imaginação de investidores, empreendedores e curiosos, é um símbolo do impacto que a tecnologia, a visão de produto e o ritmo acelerado de crescimento podem causar na economia mundial. Mas afinal, o que está por trás do conceito desses negócios que superam a marca de um bilhão de dólares? Por que tantos almejam alcançar esse grupo seleto?
Neste artigo, queremos conduzir você por uma jornada minuciosa sobre startups que atingiram avaliações extraordinárias. Vamos definir com clareza o conceito, destacar as principais características, citar exemplos brasileiros e internacionais, discutir desafios e fatores críticos para se alcançar esse patamar, bem como as oportunidades para a inovação. Não limitaremos essa conversa à superfície: usaremos como inspiração o Projeto Bilhão, que visa documentar na prática a busca por um patrimônio bilionário no universo dos negócios.
O que realmente constrói grandes negócios não está apenas nos holofotes, mas nos bastidores das decisões reais.
Então, se você está pronto para mergulhar no universo dessas empresas que desafiam o status quo, siga conosco.
O surgimento do conceito: de onde vem a ideia de startup avaliada em US$1 bilhão?
O termo não surgiu por acaso, nem por motivos místicos. No início da década de 2010, um cenário mudou o que se entendia por inovação. Startups de tecnologia, crescendo em ritmo acelerado e recebendo rodadas sucessivas de investimentos privados, começaram a atingir avaliações superiores a um bilhão de dólares ainda antes de abrirem capital na bolsa.
O termo foi cunhado por Aileen Lee, uma investidora do Vale do Silício. Ela buscava uma metáfora que explicitasse a raridade dessas empresas, semelhantes a unicórnios por serem exceções à regra: negócios de base tecnológica, nascidos e crescidos de forma rápida, mas com poucas sobrevivendo ao ciclo de investimentos e à expansão. A definição colou, ajudando a cristalizar esse marco.
- Origem no contexto do Vale do Silício
- Referência direta à raridade de negócios que atingem US$1 bilhão em valor de mercado
- Destaque para empresas em rodadas privadas de captação
- Uso amplo em setores de tecnologia, finanças, saúde, educação, entre outros
No contexto global, a aparição dessas startups foi impulsionada pelo acesso facilitado a capital, amadurecimento dos mercados de capital de risco e pelo apetite de investidores por soluções inovadoras escaláveis.
Critérios objetivos: quando uma startup realmente é considerada unicórnio?
Embora o termo tenha se popularizado, muitos ainda têm dúvidas sobre o que realmente caracteriza uma startup desse grupo. Será que toda empresa inovadora bilionária é classificada dessa forma? O que distingue startups de empresas tradicionais ou mesmo gigantes da tecnologia?
Uma startup só pode ser considerada parte desse grupo quando atinge uma avaliação de mercado superior a US$1 bilhão durante uma rodada de investimentos privados, sem ter ações negociadas em bolsa.Listamos os critérios mais claros e mencionados sobre o tema:
- Ser uma empresa jovem, geralmente com menos de 10-15 anos de existência;
- Ter como base a inovação, especialmente em tecnologia ou processos disruptivos;
- Alcançar valuation (valor de mercado ou da empresa ao ser avaliada) igual ou superior a 1 bilhão de dólares, com base em investimentos privados (venture capital, private equity, etc.);
- Não ter capital aberto em bolsa (antes de IPO);
- Manter um modelo de crescimento acelerado, em escala regional ou global.
Nossa experiência mostra que, embora a marca bilionária seja simbólica, diversos outros fatores garantem a solidez e o prestígio de uma startup. Alcançar esse status não transforma, por si só, uma empresa em referência ou sucesso garantido. O Projeto Bilhão tem mostrado, na prática, como a construção do patrimônio exige atenção a cada etapa do caminho.
Por que um bilhão? Entendendo a importância do valuation
O valor de mercado de uma empresa, ou valuation, reflete quanto investidores estariam dispostos a pagar por sua participação. Esse valor leva em conta expectativas de receita futura, potencial de expansão, diferenciais competitivos e liquidez dos ativos envolvidos.
Na era das startups, o valuation é, muitas vezes, menos relacionado ao lucro atual e mais ao potencial de crescimento da companhia.
Atingir a marca de um bilhão é um sinal para o mercado de que aquela empresa pode representar ganhos enormes no futuro – seja por meio de inovação disruptiva, liderança de nicho ou capacidade de escalar internacionalmente.Isso atrai investidores, talentos e parceiros, estimula o interesse da imprensa e posiciona a empresa em um novo patamar no ecossistema de inovação.

Os elementos centrais que impulsionam uma startup ao valuation bilionário
Chegar ao topo não é apenas uma questão de captar grandes somas de dinheiro. O crescimento acelerado e sustentável precisa de uma combinação de competências, estratégias e até mesmo sorte. Com base tanto na análise de casos internacionais quanto na experiência real que compartilhamos no Projeto Bilhão, identificamos alguns dos principais elementos para essa conquista:
- Escalabilidade do produto ou serviço, permitindo expansão sem aumento proporcional dos custos
- Cultura de inovação, que incentiva experimentação e adaptabilidade
- Capacidade de formar alianças estratégicas e atrair talentos-chave
- Gestão financeira rigorosa, aliados a investimentos em marketing, tecnologia e atendimento
- Timing adequado de mercado – entrar na hora certa, identificar necessidades reais
- Experiência do time fundador em negócios anteriores ou em grandes organizações
Além disso, a exposição internacional, desde o início, fortalece a chance de uma startup atingir avaliações expressivas, abrindo portas para captações em moedas fortes e mercados robustos.
Exemplos reais: unicórnios internacionais e brasileiros
O fenômeno não conhece fronteiras. Hoje há centenas de startups com esse status em todos os continentes, ainda que a maioria esteja concentrada nos Estados Unidos, Ásia e Europa Ocidental. Muitas dessas companhias nasceram de ideias simples, mas focadas em resolver dores latentes do mercado.
Criamos aqui uma seleção de exemplos internacionais e brasileiros, destacando alguns pontos-chaves do seu sucesso:
Em nível global
- Empresas de tecnologia financeira (fintechs) revolucionando pagamentos, transferências e crédito
- Marketplaces redefinindo comércio e logística em escala global
- Plataformas de mobilidade, entregas e serviços urbanos inovando em mobilidade e comodidade
- Serviços de software em nuvem permitindo novos modelos de trabalho e produtividade
- Startups de saúde digital, que aceleraram com a digitalização de consultas e diagnósticos
Muitas dessas empresas passaram por várias rodadas de financiamento, tornando-se referência no que fazem. Bons exemplos internacionais ilustram como uma cultura voltada à excelência operacional, combinada a capital abundante, pode catapultar startups a valuations impressionantes.
No Brasil
O Brasil se tornou, nos últimos anos, um celeiro de companhias com valuation bilionário. Entre as áreas mais quentes, destacam-se:
- Finanças digitais, bancos digitais e soluções de crédito
- Educação online e tecnologias educacionais
- Plataformas de varejo e marketplaces digitais
- Tecnologia para logística e transportes
- Comunicação e serviços digitais para empresas
O sucesso dessas empresas, porém, não veio somente por investimento. Foram determinantes fatores como conhecimento profundo do mercado brasileiro, adequação regulatória e uma execução impecável.

Grandes negócios são construídos por times com visão e execução constantes.
Ecossistema de inovação: por que unicórnios são relevantes?
Ao ultrapassar a barreira do bilhão, essas startups passam a movimentar capitais, talentos e tecnologias em escala enorme. Elas têm impacto direto sobre cadeias produtivas, nível de emprego e tendências de consumo. Mas há outros fatores que as tornam centrais para o ecossistema de inovação:
- Inspiram outras startups a ousar e buscar crescimento ambicioso
- Servem como válvula de escape para talentos dispostos a inovar
- Atraiem atenção do investidor internacional para mercados antes negligenciados
- Geram liquidez para investidores-anjo, funcionários e fundos locais
- Contribuem para a modernização de setores tradicionais da economia
- Aceleram o ritmo de digitalização das cidades e setores produtivos
É comum, após o surgimento de uma grande startup, outros negócios similares ganharem força. A multiplicação de histórias de sucesso estimula uma visão mais positiva sobre empreendedorismo, e isso impacta a cultura de risco e aprendizado dos ecossistemas.
O passo a passo: da ideia ao status de unicórnio
Criar uma empresa bilionária parece, à primeira vista, impossível para quem está começando do zero. Mas há passos comuns entre trajetórias que chegaram lá, ainda que cada startup tenha sua própria história.
- Identificação de um problema real, recorrente e com impacto em grandes mercados;
- Montagem de um time excepcional, alinhado em visão e valores;
- Lançamento de um produto mínimo viável (MVP), seguido de iterações contínuas com base em feedbacks;
- Captação inicial de recursos via investidores-anjo ou fundos seed;
- Validação do modelo de negócios e escalabilidade do produto;
- Busca por crescimento acelerado, com equilíbrio entre receita e investimentos em aquisição/clientes;
- Novas rodadas de captação e fortalecimento da marca junto ao mercado;
- Construção de sistemas de gestão, tecnologia e processos replicáveis;
- Expansão para novos mercados e internacionalização, se aplicável;
- Ajuste constante do modelo para superar desafios e crises ao longo do caminho.

No Projeto Bilhão, documentamos a realidade desse processo, com seus desafios diários, imprevistos e decisões fundamentais. A transparência é um dos grandes ativos dessa trajetória.
O papel do investimento: venture capital, anjo e fundos no caminho para o bilhão
Não é só pelo valor da startup que o conceito chama atenção, mas também pelo volume de investimentos que recebem em cada rodada. O fluxo de capital de risco, internacional e local, se tornou indispensável para sustentar o crescimento. Vamos entender os principais agentes desse ecossistema:
- Investidores-anjo: apoiam startups nas fases iniciais, muitas vezes com mentoria e networking
- Seed capital: fundos que contribuem nos estágios mais arriscados do negócio
- Venture capital: fundos especializados em acelerar empresas já validadas, apostando em crescimento rápido
- Private equity: entram em estágios mais avançados ou pré-IPO, com foco em estruturação e preparação para mercados abertos
Empresas com trajetória sólida e crescimento consistente conseguem atrair aportes progressivamente maiores, facilitando expansão de equipe, marketing, tecnologia e chegada a novos países.
Investimento é combustível, mas execução é o motor. Sem estratégia, até as maiores rodadas se perdem.No Brasil, o amadurecimento do mercado de capitais e fundos de investimento tem sido fundamental para o boom de startups com valuation elevado, sobretudo em setores como finanças digitais, edtechs e healthtechs.
Tecnologia como diferencial: inovação além do hype
Startups valorizadas acima de US$1 bilhão são, em geral, grandes consumidoras ou produtoras de tecnologia de ponta. Inteligência artificial, análise de dados em larga escala, automação e experiência do usuário estão no cerne de suas operações.
No entanto, observamos que o uso da tecnologia, por si só, não basta para garantir o sucesso: ela precisa estar a serviço de um problema real, com solução escalável, adoção rápida e custos controlados.
- Plataformas de pagamento digitais supreendendo a burocracia bancária
- Aplicativos de mobilidade urbana conectando demanda e oferta em tempo real
- Soluções baseadas em dados que simplificam a tomada de decisão em grandes empresas
- Ferramentas de educação personalizadas, que usam algoritmos para otimizar aprendizado

As soluções que se destacam têm aderência às reais necessidades do mercado, o que reforça a importância de pesquisar tendências e ouvir ativamente os clientes, além de observar o que grandes nomes do setor internacional estão fazendo, sem copiar, mas adaptando à realidade local.
Desafios do caminho: crescer rápido, evitar armadilhas e construir para durar
Pouco se fala das dificuldades práticas do caminho para o bilhão. Nós, do Projeto Bilhão, temos experiência direta com obstáculos e revezes enfrentados por startups em crescimento acelerado. Ninguém está imune a desafios como:
- Crescimento desordenado, levando a problemas de cultura e gestão
- Dificuldades de caixa e necessidade de novas rodadas de investimento em curto espaço de tempo
- Competição feroz, tanto de startups quanto de grandes players do mercado
- Burocracia regulatória e mudanças no ambiente econômico
- Desafios para internacionalizar produtos em ambientes culturais e legais diferentes
- Manter a qualidade de atendimento e experiência do usuário em escala
Alguns negócios, mesmo após receberem aportes bilionários, enfrentaram crises internas, queda de valuation ou até fecharam portas por problemas de governança e estratégias mal executadas. Por isso, o Projecto Bilhão enfatiza tanto a documentação de erros e aprendizados quanto os acertos.
Oportunidades para o futuro: tendências e setores promissores
As transformações digitais abriram espaço para novos mercados e oportunidades. Mas o perfil dos próximos unicórnios aponta para áreas até pouco exploradas:
- Soluções ligadas à sustentabilidade, energia limpa, consumo responsável
- Saúde digital, medicina preventiva baseada em dados, farmacogenômica
- Educação personalizada e acesso ampliado a conteúdos de qualidade
- Financial Deep Tech (blockchain, DeFi, crédito alternativo)
- AgroDigital, com monitoramento em tempo real e eficiência de produção rural
- IA aplicada a processos industriais, logística e análise de riscos
Também vemos destaque para plataformas colaborativas, integração de serviços e business intelligence via automações sofisticadas. A curiosidade pelo tema cresce, e há amplo material sobre o assunto em canais especializados e na categoria empreendedorismo do nosso blog.
As portas estão abertas para quem pensa global, mas entrega soluções práticas, acessíveis e bem adaptadas aos mercados locais.O impacto social: unicórnios e transformação das cidades
É impossível ignorar o impacto que startups avaliadas em mais de um bilhão causam na vida das pessoas. Elas transformam cidades, aceleram o acesso da população a produtos e serviços e redefinem padrões de consumo.
O impacto social se dá em diferentes níveis:
- Inclusão de clientes antes fora do sistema financeiro
- Redução de custos e burocracias para pequenos negócios
- Geração de empregos qualificados e capacitação de jovens talentos
- Facilitação do acesso à educação, saúde e mobilidade
- Promoção de um ambiente de soluções mais ágeis e transparentes
Nosso time observa no Projeto Bilhão como, ao inovar com responsabilidade e visão de longo prazo, é possível criar um círculo virtuoso onde o lucro se alia ao desenvolvimento social.
Tendências globais de investimentos: para onde vai o dinheiro?
Os mercados de venture capital e private equity estão cada vez mais seletivos, mas não menos ágeis. O apetite por risco acompanha ciclos econômicos, tendências regulatórias e avanços tecnológicos.
- Em épocas de juros baixos, os recursos para startups aumentam exponencialmente
- Temas como ESG (ambiental, social e governança) entraram definitivamente no radar dos fundos
- Empresas que demonstram propósito claro de impacto e governança atraem investidores de longo prazo
- Startups com modelos ‘SaaS’ (software como serviço) e marketplace continuam sendo apostas recorrentes
Investidores buscam não apenas retorno financeiro, mas negócios que ajudem a transformar mercados e resolver grandes problemas sociais.A capacidade de comunicar um propósito e demonstrar maturidade de gestão é tão relevante quanto a tecnologia aplicada no produto.
Mitos e verdades: o que não é dito sobre startups bilionárias
Se por um lado há glamour em atingir o patamar de valuation elevado, por outro, existem muitos equívocos e expectativas distorcidas sobre o cotidiano dessas empresas:
- Não são todas lucrativas: muitas startups só atingem lucro bem depois de receberem investimentos bilionários
- Crescer rápido exige controle: sem governança, eficiência e cultura sólidas, o crescimento pode ser insustentável
- Nem todo investimento significa sucesso: algumas startups perdem relevância rapidamente após captar grandes valores
- O valor de mercado não é garantia de permanência: valuations podem cair com mudanças no cenário econômico
- O foco deve ser construir valor real: startups que atendem demandas concretas sobrevivem ao longo prazo
A realidade é complexa e cheia de nuances, como mostramos em nossos conteúdos no segmento de negócios digitais. Por isso insistimos: embora o valuation seja relevante, mais valioso ainda é criar soluções autênticas para dores profundas do consumidor.
Carreira e visão de futuro: talentos em startups e o efeito bilhão
Trabalhar em uma empresa jovem com crescimento acelerado mudou a percepção de carreira para muitos profissionais. O ritmo intenso, o aprendizado rápido e o impacto potencial no mercado atraem os melhores talentos para essas empresas.
No universo das startups bilionárias, enxergamos:
- Equipes multidisciplinares colaborando em tempo real
- Planos de stock options (participação acionária) tornando funcionários verdadeiros sócios
- Rápida ascensão de cargos e posições de liderança
- Ambientes que incentivam criatividade e adaptação constante
- Benefícios mais flexíveis e políticas inovadoras de trabalho remoto
Empresas em rápido crescimento aceleram carreiras, mas exigem resiliência, foco e disposição para atuar fora da zona de conforto.Esse ambiente, além de criar líderes inovadores, tem potencial para formar os fundadores dos próximos negócios disruptivos do mercado.
O papel da educação financeira na jornada das startups bilionárias
Os empreendedores que lideram negócios de alto crescimento precisam dominar tanto os conceitos inovadores quanto o básico da gestão financeira. Afinal, tomar as decisões corretas no uso de capital determina o ritmo e a longevidade das operações.
Alguns pontos se destacam quando falamos de educação financeira no contexto das startups que buscam o bilhão:
- Planejamento rigoroso de captação, gastos e reinvestimento
- Gestão inteligente do fluxo de caixa para evitar crises inesperadas
- Conhecimento sobre alternativas de funding e instrumentos financeiros
- Capacidade de negociação com investidores sem abrir mão de governança
- Transparência e prestação de contas para funcionários e investidores
Muitos empreendedores encontram conteúdos valiosos em nossa área de educação financeira, que abordam desde conceitos básicos a estratégias avançadas de proteção e multiplicação de patrimônio.
Exemplos práticos: lições de negócios reais e caminhos para o sucesso
Analises de casos reais são fontes imprescindíveis de aprendizado, assim como é feito no Projeto Bilhão. Ao documentar decisões, erros, acertos, negociações e resultados financeiros, desmistifica-se o processo por trás das avalições altas.
Separamos aprendizados que observamos na prática, complementando com exemplos nacionais e internacionais:
- Foco no cliente: grandes startups ouvem e se adaptam rapidamente às demandas do consumidor final
- Iteração constante: aprimorar produto, processo e atendimento de forma contínua faz parte do DNA inovador
- Liderança adaptável: gestores precisam aprender, desaprender e reaprender a cada etapa do crescimento
- Cultura forte: valores bem definidos garantem que o negócio mantenha identidade mesmo expandindo rapidamente
- Gestão baseada em dados: decisões orientadas por métricas reais aumentam as chances de sucesso
Conteúdos como o estudo de caso em nosso blog ajudam a tornar tangível o caminho, mostrando que não basta glamour, é preciso disciplina e resiliência.
Toda startup bilionária foi, antes, uma boa ideia executada com excelência diária.
Governança e cultura: pilares da longevidade acima do bilhão
Governança corporativa é mais do que requisito de investidores: é elemento central para que a startup bilionária tenha continuidade, evite crises e garanta retorno a todos os stakeholders. Em um ambiente competitivo, com expectativas sempre altas, a transparência e as boas práticas protegem o negócio, seus talentos e seus investidores.
Assim, destacamos:
- Clareza nas responsabilidades e funções de sócios e gestores
- Instâncias de auditoria, conselhos consultivos e revisões periódicas
- Gestão de risco ativa e com planos de contingência eficazes
- Códigos de ética bem implementados e cultura de feedback construtivo
No Projeto Bilhão, deixamos evidente que o respeito à governança anda lado a lado com decisões financeiras sólidas, inclusive durante o lançamento de novos produtos ou entrada em mercados desconhecidos.
Avaliação crítica: será que o bilhão é sempre o melhor caminho?
Nem todo empreendedor ou startup precisa, ou deve, buscar o status de valuation bilionário. Muitas empresas geram resultados expressivos, promovem impacto e criam riquezas relevantes sem atingir esse marco específico.
A busca pelo bilhão, se for mal planejada, pode colocar o negócio em risco. O foco deve ser a sustentabilidade, a geração de valor e a adaptação constante ao mercado, como abordamos em posts como o relato desta experiência em nosso blog.
O verdadeiro sucesso está em alinhar propósito, execução e rentabilidade, independentemente do número atingido no valuation.Cada empresa tem seu tempo, trajetória e estratégia ótima – e é isso que queremos reforçar ao longo deste artigo.
O papel dos aprendizados: erros, acertos e construção de legado
No fim das contas, startups avaliadas em mais de US$1 bilhão são, acima de tudo, reflexo de escolhas. Escolhas de mercado, produto, estratégia, pessoas. Aprender com erros, analisar feedbacks e ajustar a rota são hábitos para quem deseja construir negócios duradouros.
- Erros cometidos cedo permitem correções a tempo de evitar grandes perdas
- Acertos são potencializados quando repetidos de forma sistemática
- Construir um legado é mais do que buscar o primeiro bilhão: é impactar positivamente clientes, times, investidores e a sociedade como um todo

O Projeto Bilhão existe para mostrar que, independentemente dos desafios, o processo diário de construção é o maior aprendizado, e nosso convite é para que mais pessoas participem ativamente desse movimento de transformação.
Conclusão: unicórnios como símbolo de ousadia, mas não de encantamento
Chegamos ao final da nossa jornada através do universo das startups de valuation bilionário. Ser parte desse grupo restrito é, sim, um marco relevante para qualquer empreendedor: significa execução diferenciada, inovação consistente, liderança de equipe e visão de futuro. Mas não se trata de encantamento fácil ou caminhos mágicos, o verdadeiro ‘milagre’ está na disciplina, dedicação e vontade de aprender continuamente.
O Projeto Bilhão ajuda a documentar, em tempo real, os bastidores e decisões que antecedem resultados extraordinários. Nossas referências mostram que o crescimento é possível, mas depende de propósito, estratégia e senso de colaboração genuíno.
Não existe fórmula pronta para o sucesso, mas há princípios que resistem ao tempo.
Se o universo das startups bilionárias desperta sua curiosidade, convidamos você a conhecer de perto os bastidores do Projeto Bilhão, acompanhar conteúdos exclusivos e transformar sua visão sobre negócios, finanças e inovação. A partir de experiências reais, debatemos os caminhos que levam empresas do zero ao patamar dos bilhões.
Descubra mais sobre como negócios reais enfrentam desafios, superam obstáculos e podem alcançar números extraordinários. Siga nosso canal, participe das conversas e amplie sua visão sobre empreendedorismo moderno.
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Perguntas frequentes sobre unicórnios no universo das startups
O que é uma startup unicórnio?
Uma startup unicórnio é uma empresa jovem, inovadora, e de base tecnológica, que alcançou uma avaliação de mercado igual ou superior a US$1 bilhão durante rodadas privadas de investimento, isto é, sem ter capital aberto em bolsa. O termo foi criado para indicar a raridade dessas empresas e, hoje, representa negócios que se destacam pelo crescimento acelerado e potencial de transformação em escala global.
Como uma empresa se torna unicórnio?
Para chegar ao patamar de unicórnio, uma startup precisa aliar uma ideia inovadora a um mercado grande, executando crescimento rápido e sustentável. É fundamental ter um time de alta performance, captar sucessivas rodadas de investimento e construir tecnologia própria. O valuation bilionário é geralmente alcançado quando investidores avaliam o potencial de futuro e escalabilidade do modelo de negócio apresentado.
Quais são os unicórnios brasileiros mais famosos?
O Brasil já viu nascer diversas startups que atingiram o status de unicórnio nos últimos anos, especialmente nos setores de fintech, educação, logística, varejo digital e saúde. As mais conhecidas se destacam por soluções inovadoras voltadas à realidade e aos desafios do mercado nacional, e continuam a inspirar o ecossistema local de inovação.
Vale a pena investir em unicórnios?
Investir em startups com alto potencial pode gerar ganhos significativos, mas envolve riscos consideráveis, já que o crescimento acelerado pode ser acompanhado de incerteza e volatilidade. É importante analisar o estágio da empresa, o modelo de negócio, a equipe e se alinhar com sua própria tolerância ao risco antes de investir. Para muitos investidores, acompanhar tendências e buscar educação financeira é essencial nesse processo.
Onde acompanhar startups que viraram unicórnios?
Existem canais e blogs especializados, rankings atualizados e notícias em portais de inovação que acompanham o surgimento de novos unicórnios, tanto no Brasil quanto no mundo todo. Em nosso blog, compartilhamos aprendizados de negócios reais que trilhando esse caminho, na seção de empreendedorismo e negócios digitais, entre outras áreas.